gtag('config', 'AW-1066184524'); Vendedor: amigo ou vilão do consumidor?!

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Vendedor: amigo ou vilão do consumidor?!


Você conhece alguma empresa que vai para frente sem vender o seu produto ou serviço? E alguma empresa que extrapola na sua vontade de vender utilizando-se do artifício da omissão da informação e até mesmo da mentira? Alguma dessa, com certeza, você conhece por ouvir falar ou por alguma triste experiência pessoal.


Essas empresas que apostam tudo nas vendas e vem repetindo esse comportamento há alguns anos, nos trazem duas tristes constatações: a primeira é que devem ganhar mais dinheiro assim, vendendo sem qualidade, do que gastam com atendimento de insatisfações e reclamações dos clientes e, a segunda constatação é que os concorrentes dessas empresas ou estão em pior nível ou compartilham da mesma estratégia e filosofia nociva ao consumidor.


Se nada for alterado neste contexto, a ponto das empresas visualizarem uma ameaça concreta ao seu faturamento e lucratividade, dificilmente mudarão. Exemplo disso foi a radical e elogiosa medida adotada pela ANATEL de proibir a venda do Speedy até que certos problemas fossem equacionados. Vocês acham que a Telefônica iria se mexer, como está fazendo, para regularizar as coisas? Acha que está fazendo isso em respeito ao consumidor? Que nada! Só quer voltar a vender e recuperar o nível dos negócios.


Percebam como é interessante a propaganda da Telefonica na TV, dizendo que o muito que ela fazia antes não estava sendo suficiente e que precisou ir além, como se o mérito dessas mudanças que ela vem anunciando fosse dela mesmo. Se a empresa tivesse foco no consumidor e, de fato, o respeitasse, faria sim uma propaganda na TV, mas não se exibindo e sim pedindo desculpas pelos anos de maus serviços.


Todo o mérito dessa ação inusitada fica para a ANATEL que, enfim, tomou uma atitude olhando mais para o interesse do consumidor do que para o interesse das empresas de telecomunicações. Eu fico até me perguntando se partiu mesmo da ANATEL essa decisão, porque ela fazia vista grossa a tudo isso há muito tempo.


Só torcemos para que essa postura da ANATEL seja copiada por outras agências reguladoras e também por associações e outros órgãos que tenham condição de influenciar positivamente em uma transformação no atendimento ao consumidor.

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