gtag('config', 'AW-1066184524'); Vamos vender, vamos vender! Depois vemos como atender.
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Vamos vender, vamos vender! Depois vemos como atender.


Com certeza, por ouvir falar ou por alguma triste experiência pessoal, você conhece alguma empresa que extrapola nas vendas, utilizando-se da omissão de informações e até da mentira, muitas vezes estimulada pela absurda pressão por resultados, embora valores e princípios não devam sucumbir a isso.


Essa infeliz prática onde os fins justificam os meios é repetida por algumas empresas há alguns anos, nos trazendo duas tristes constatações: que ganha-se mais dinheiro vendendo sem qualidade do que gasta-se com atendimento de insatisfações; e que os concorrentes, ou estão em pior nível, ou compartilham da mesma filosofia nociva ao consumidor.


Se nada for alterado nesse contexto, a ponto de que seja possível visualizar uma ameaça concreta ao faturamento dessas empresas, dificilmente haverá mudança. Exemplo disso foi a radical e elogiosa medida adotada pela Anatel de proibir a venda do Speedy até que certos problemas fossem equacionados. A Telefônica não iria se mexer para regularizar as coisas não fosse a intervenção e só o está fazendo agora para voltar a vender e recuperar o “nível” dos negócios, ou pensa que estão preocupados com os consumidores?


Percebam como é interessante a propaganda dela na TV: diz que o muito que fazia antes não era suficiente e que precisou ir além. Como se o mérito das mudanças que ela vem anunciando fosse próprio. Isso demonstra que, além de tudo, é uma empresa oportunista!


Se ela, Telefonica, tivesse foco no consumidor e, de fato, o respeitasse, faria sim uma propaganda na TV, mas não se exibindo ou se vangloriando do que diz que irá fazer, mas pedindo desculpas pelos anos de maus serviços e transtornos causados aos consumidores brasileiros.


A responsável por essa ação, como já disse, foi a Anatel, que finalmente tomou uma atitude justa com os consumidores para uma situação insustentável. Estranhou-me tanto a posição da Anatel, que fiquei até me perguntando se teria partido mesmo dela essa decisão, já que historicamente ela pende para as empresas de telecomunicações.


Mas vamos torcer para que essa tipo de postura seja copiada por outras agências reguladoras, associações e órgãos que tenham condição de influenciar positivamente em uma transformação no atendimento ao consumidor.

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