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Está difícil atingir a meta?



Um amigo, dia desses, disse estar desesperado por não conseguir reduzir o índice de reclamações de seus clientes. Faz 5 meses que ele vem tentando de tudo, e nada!

Cenários assim não são raros e, na grande maioria dos casos, não indicam falta de comprometimento ou envolvimento das pessoas para que o melhor aconteça, embora possa transparecer isso para algumas pessoas que estão de fora e não acompanham o nível de esforço empregado.


Isso acontece, geralmente, pela ausência de uma metodologia que oriente no caminho a seguir, com algum grau de segurança e de confiabilidade, e na sua correta aplicação.

Se você enfrenta um cenário como este, vale avaliar:


Como foi feita a definição da meta: qual era o histórico, o cenário na época da definição e o cenário atual e qual é o tamanho do “salto” quando olhamos o desempenho histórico e onde se quer chegar? Importante sempre destacarmos que meta, por conceito, é algo que deve ser desafiador, mas exeqüível. Se uma meta é definida sem histórico, no chute ou por pura torcida, colocando-se um salto que a matemática não explica sem novos investimentos, pode se definir algo que nunca será alcançado e que só vai gerar desgaste interno, com inúmeros efeitos, principalmente porque parte do público interno espera que aquilo realmente aconteça. Então, o primeiro ponto é criar a consciência sobre a viabilidade da meta.


É viável e possível: é preciso olhar se o salto deve ser obtido pelo desempenho individual, pela revisão de estratégias ou um repensar de processos. Quando não há um plano ou investimento para o salto, temos a indicação de que as pessoas é que terão que fazer aquele número acontecer, mas é importante termos a consciência de que fazer pressão sobre as pessoas promove um efeito parcial, que gera algum ganho, mas que não alcança grandes saltos ou não se sustenta na linha do tempo.


É viável, mas há sinais de que somente com motivação a gestão próxima não será suficiente, temos que partir para repensar processos e estratégias internas. Este é um ponto que requer foco, desapego e um olhar crítico e sistêmico, porque se não mudar a fórmula de como as coisas acontecem, não se produzirá saída diferente. Nem sempre quem está envolvido no dia a dia, ou quem participou da criação ou da aprovação do modelo atual, consegue propor algo diferente, simplesmente pelas crenças e envolvimento que o fizeram trabalhar no mesmo modelo até então. E isso não é um problema, é natural do ser humano! Quando o salto é possível por um exercício de melhoria contínua, com algumas ferramentas de qualidade, consegue-se um bom resultado em um espaço de tempo relativamente curto, mas não para ontem. Agora, quando o salto exige uma ruptura de conceitos e modelos utilizados, temos que partir para uma inovação, buscar referências externas, novas tecnologias e, principalmente, trabalhar uma mudança cultural interna, porque processos e tecnologias com investimento ou esforços podem ser transformadas, mas a mudança da cultura precisa de tempo, de crença e de lideres que a promovam e atuem, diariamente, para que “o novo” se consolide.


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