gtag('config', 'AW-1066184524'); Crise: cortes trarão sofrimento!

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Crise: cortes trarão sofrimento!


Já estou cansado de ver notícias sobre cortes. Que crise é essa?! No Brasil, o movimento ainda é tímido perto do que vemos ao redor do mundo, mas esperamos e torcemos para que isso não avance por aqui, principalmente porque o corporativismo e a cultura hierarquizada de nossas empresas sempre levam a processos de redução de pessoal equivocados.


Raríssimas são as empresas que fazem uma análise de seus processos para identificar o que pode ser otimizado ou eliminado e, a partir daí, definem as pessoas que podem ser dispensadas. Isso porque a gestão por processos dentro das empresas ainda é incipiente.


Quando aparece a necessidade de se reduzir custos, olha-se logo para o orçamento (um instrumento de gestão que ainda espelha a visão departamental) e procura-se por áreas com as maiores cifras e que, aparentemente, parecem ter maior poder de contribuição. Será?!


Quando se corta olhando apenas números, corre-se o risco de se perder profissionais importantes, com muito conhecimento e que podem significar, no final das contas, uma perda maior do que a redução financeira obtida.


Cortes trazem sofrimento para quem sai, com o desemprego e, também, para quem fica, com acúmulo de funções que quase nunca vem acompanhado de aumento em remuneração. Mas este sofrimento é neutralizado pelo alívio de se manter empregado em tempos difíceis. E por trás disso tudo, muitas vezes vem uma verdadeira confusão organizacional, com gestores passando a fazer coisas operacionais, gestores assumindo áreas para as quais não tem competência e profissionais prematuramente assumindo desafios para os quais ainda não estavam plenamente preparados.


Bem, vamos torcer para que os mercados restabeleçam seus ritmos rapidamente e para que não haja injustiça com aqueles profissionais que dia-a-dia esforçam-se para fazer a sua empresa crescer e a nossa economia também.

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